Cirilo Bento Bernardes nasceu em 7 de Setembro de 1919. Com 11 anos de idade, entrou para a banda da associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais. Aí, começou a aprender música com os mais velhos. Durante 3 anos e a par do solfejo, aprendeu a tocar flautim, depois soprano, trompa, trombone e trompete.  

Em 1933, saíu e integrou a banda da Sociedade Musical de Cascais como trombonista, tendo ao mesmo tempo, criado o seu 1º agrupamento musical – “Os Mickeis” – que, anos mais tarde, mudou de nome para “Orquestra AtLântico”.

Em 1939, com vinte anos, começou a ensinar música no Grémio de Melhoramentos de S. Pedro do Estoril e no Grupo Musical da Malveira da Serra. Cinco anos mais tarde, em 1941, dirigiu a Orquestra do Clube Recreativo Almeida Garrett, em Cascais, ao mesmo tempo que ajudava na montagem de diversas operetas que aquela agremiação levou á cena em Cascais.

A partir de 1948 e durante onze anos, liderou a Orquestra da Sociedade Sportiva Alvidense.

  Entre 1952 e 1956, começou a aplicar ideias para espectáculos de teatro, tendo levado á cena, “Tire daí a memória”, revista em um acto.

  Foi admitido em 1957, como sócio da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses e entre 1963 e 1967 trabalhou no Grupo Musical e Familiar de Murches, em substituição do seu irmão.

  Em 1969, deu corpo a marchas populares, que obtiveram bosas classificações nos concursos em que tomaram parte ( GIPA-Amoreira, Murches, S. João do Estoril ), para as quais compôs não só a musica mas também as marcações, ornmentação dos arcos e ensaios dos músicos acompanhantes. Começou a praticar piano, bandolim e guitarra de acompanhamento.

  De 1970 até aos dias de hoje, continuou a sua actividade das áreas do espectáculo, preparação de marchas populares nas colectividades de Murches, Alvide, Amoreira, Bicesse, Bº Chesol, na regência das bandas de S. Pedro de Sintra, Montijo, Colares e Fundição de Oeiras, onde exerceu também a tarefa de copista das obras do Maestro Armando Stoffel.

  No ano de 1985, participou como músico na peça “A Bisbilhoteira” de Eduardo Schwalback, que o Grupo Cénico da Associação dos Bombeiros de Cascais levou em cena.

  A 2 de Agosto de 1986, entrou para a Orquestra Típica de Cascais, onde de 5 de Outubro de 1994, até aos dias de hoje, passou a regente.

  Hoje, reparte o seu trabalho pela Orquestra Regional de Colares, onde se encontra á dez anos a tocar bandolim, pela Orquestra Típica de Cascais e Banda do Grupo Desportivo de Murches, onde toca trompa, trombone e bateria.

 

 

 

 


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